


O PROJETO
Raiz, memória, resistência
O Ọkàn Dúdú (Coração Negro) é um projeto que fortalece as vozes dos terreiros, promove a escuta ativa dos mais velhos e combate a desinformação sobre as religiões de matriz africana.

IDEALIZADORA
Idealizado e coordenado por Laísa Gabriela de Sousa, desde de 2022, o projeto cria espaços de diálogo com agbas (mais velhos), sacerdotes, ogans, ekedis, yawos e abians, de diferentes nações.
PRÁTICA
Através da troca de experiências e fortalecimento entre as comunidades de terreiro, com rodas de conversa, entrevistas, e formações, garante que os saberes do Candomblé não se percam.
Missão
Preservação
Preservar as tradições do Candomblé e suas heranças culturais.
Fortalecimento
Fortalecer o papel dos agbas como guardiões do conhecimento.
Combate
Combater o racismo religioso através da educação e do diálogo.
Acolhimento
Criar espaços de acolhimento, respeito e resistência.
Quem faz o Projeto Ọkàn Dúdú?
A história de um povo é contada por muitas vozes.
Conheça a equipe por trás dessa construção coletiva.

Laísa Gabriela
Idealizadora e Coordenadora Geral
Jornalista, Professora e Gestora de Projetos Culturais, é formada em Produção Audiovisual e Comunicação Social com Hab. em Jornalismo pela Unijorge, está na área há 18 anos. Em 2022, criou o Projeto Okàn Dúdú com o intuito de manter espaços de diálogo entre as comunidades de terreiro. Atuou em mais de 200 projetos como assessora de imprensa. Integra coletivo Mulheres no Rap e trabalhou em diversas agências, órgãos públicos e empresas de comunicação, como Rede Bahia de Comunicação, Embasa, SESAB, Prefeitura de Salvador, entre outros. É a mente gestora por traz do Projeto Mãos no Tambor, responsável por toda parte administrativa, produções audiovisuais e comunicação. Laísa é pesquisadora, presta consultoria, produz conteúdo sobre comunicação, cultura, candomblé, maternidade e tecnologia. Atualmente, é uma das responsáveis pela produção de conteúdo audiovisual do “Olojá - Senhor do Mercado”.

Everlen Kely
Coordenadora Executiva
Everlen Kely é publicitária, cientista social e gestora de projetos com mais de seis anos de experiência em comunicação estratégica, cultura e impacto social. Atua como redatora, roteirista e estrategista digital, com trajetória na CCA Tempo Propaganda. Possui forte atuação em comunicação política, coordenando campanhas e estratégias digitais com foco em engajamento, posicionamento e performance eleitoral, com resultados expressivos. No campo social e cultural, lidera e desenvolve projetos voltados à juventude e inclusão, como o Notas Coloridas e o Jiu-Jitsu da Paz. É cofundadora da Didê Corporação, iniciativa dedicada à criação de projetos com propósito.

Ronaldo Santos
Intérprete de Libras
É intérprete e tradutor de LIBRAS com ampla experiência. Formado em Letras/LIBRAS pela UFSC, atualmente cursa Comunicação Assistiva na FADS. Desde 1998, atua na APADA/BA e, desde 2016, na UFBA. Aprovado em concursos para professor e intérprete de LIBRAS, possui certificação do MEC. Seu trabalho abrange eventos acadêmicos, culturais, esportivos e políticos, além de atuação em TV, teatro e transmissões ao vivo. Também contribui para a produção de materiais acessíveis, promovendo a inclusão da comunidade surda.
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Beatriz Lopes
Intérprete de Libras
Bia Santos, conhecida como Coda, é soteropolitana e graduanda em Letras-LIBRAS pela Uniasselvi. Possui formação em Tradução e Interpretação LIBRAS/Português pela Quero Ser Intérprete. Atua como intérprete e tradutora de LIBRAS nos contextos artístico e educacional, além de ter experiência em atendimento bilíngue na Unidade de Gratuidade da Pessoa com Deficiência (UGPD).

Porrada de Couro
Banda
Fundado em 2021, por Matheus Nonato, o grupo nasceu com a missão de difundir a cultura religiosa de matriz africana, honrando os ensinamentos ancestrais e dos mais velhos. Inspirados por um Exu Sete Facadas, os membros do grupo começaram a levar o tradicional “Samba de Terreiro” para além dos espaços sagrados, compartilhando sua fé e cultura com um público mais amplo. Dos onze integrantes, alguns são crianças e adolescentes, que aprendem, na prática, como louvar o sagrado e a preservar a nossa cultura.
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Leila Campelo
Produtora Executiva
Fundadora do Mulheres no Rap, produtora cultural, formada em Comunicação e Marketing pela UNIFACS. Trabalha no cenário cultural há mais de 10 anos, atuando há seis anos no movimento HIP-HOP. Participou de grandes produções como o 3° Round, Classudos Rap Jazz, Salvador Hip-Hop, entre outros. Atualmente, coordena e escreve os projetos culturais do Coletivo Mulheres no Rap, que já possui quatro editais aprovados em dois anos, além de três documentários que contam a história das mulheres no movimento Hip-Hop na Bahia e no mundo.

Caroline Vilas Boas
Coordenadora de Comunicação
Baiana, de Salvador, jornalista e assessora de imprensa com oito anos de experiência, unindo estratégia e criatividade para potencializar marcas e projetos. Atende a comunicação de marcas nacionais em Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul, São Paulo, Espírito Santo.

Projeto Mãos no Tambor
Oficineiros
O projeto “Mãos no Tambor”, antes “Vivência Ancestral”, existe desde 2021, mas foi reformulado em março de 2025 pelos ogans Jean Chagas e Irlan Cruz (Nego Kiri), e aprimorado por Laísa Gabriela, com o propósito de valorizar e preservar os Cânticos e Toques Sagrados do Candomblé. A iniciativa nasceu nas redes sociais, durante a pandemia, a partir da publicação de vídeos que, juntos, ultrapassaram a marca de 800 mil visualizações. Diante do interesse do público, os idealizadores, em alinhamento com a gestão, transformaram o conteúdo digital em experiências presenciais, oferecendo oficinas e workshops gratuitos, voltados, principalmente, para jovens das comunidades de terreiro.

Leônidas Valdez
Designer
Jovem negro, morador do Rio de Janeiro, Vodunsì. É artista visual, designer gráfico e comunicador, com experiência em assistência administrativa, une criatividade e versatilidade em sua atuação, e desenvolve projetos que expressam sua identidade e conectam estéticas contemporâneas às suas raízes culturais.
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Maiana Oliveira
Fotografa
Mulher preta, filha de Oyá, produtora, fotógrafa, filmmaker e pesquisadora. Criada na Cidade Baixa, vem de uma família de mulheres autônomas, independentes e líderes de seus lares. Seu trabalho busca incentivar jovens, adultos e idosos dos atuais quilombos – as periferias e comunidades – a realizarem e desenvolverem seus sonhos. Acredita na arte, na cultura popular, na memória e na identidade como caminhos para promover a saúde e transformar vidas.

Oficina Odù
Equipe Tecnológica
Agência de posicionamento digital afrocentrada que juntamente aos parceiros entregam soluções de desenvolvimento, marketing, identidade visual, social media e tráfego pago. Direcionamos estas soluções ao objetivo do empreendimento com a certeza de que criatividade e colaboração são as chaves para o sucesso.

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